Antes de estruturar um programa de oficinas, uma clínica dependia da coordenadora para aprovar qualquer exceção de parcelamento. O critério era pessoal. E a ausência dela travava o atendimento no financeiro — motivo recorrente de fila.
Depois de estruturar o programa, cada atendente do financeiro passou a praticar critérios próprios de negociação numa sessão fixa por mês. O sistema registra a prática individual. Aplica um rodízio nos momentos de maior pressão. E gera um relatório que a coordenação usa para acompanhar onde a equipe ainda trava.
Um exemplo, não um caso real — mostra como a gestão de turma ajuda quando mais de uma pessoa da equipe precisa ter autonomia para decidir.